Quantas pernas e asas de passarinhos
Quando criança quebrei com estilingadas
Quantas, quantas meu Deus?
Agora tenho a minha quebrada
O pássaro que passava voando
O coelho que distraído estava
Com certeiras estilingadas
No mesmo lugar ficava
Ao pescar eu fisgava
Dois, três lambaris de uma só vez
Me lembro disso, meu Deus
Nem sempre... Mas dois, três de cada vez
Com uma maria-sapuda
Um dourado meu irmão pescou
Eu com uma tira vermelha
Uma traíra meu anzol fisgou
Agora, depois de velha
Virei saci pererê
Cruz credo, meu Deus, cruz credo!
Cruz credo, meu Deus, ê, ê
Taí, minha gente, tá vendo
Eu de molho na cama a pensar
Pensando, pensando, pensando...
No tempo que custa a passar
O meu conforto é Jesus
Que está ali a me fitar
E o retratinho do Christian
Que não me canso de olhar.
sexta-feira, 21 de março de 2008
quinta-feira, 20 de março de 2008
Sonho de Amor
Como eram lindos os meus sonhos
Eu queria tanto amar alguém
Que visse só eu neste mundo
Somente eu e mais ninguém
Que ilusão quando meu coração
Em escravo do amor se converteu
Achando que eu era a mais querida
Que na Terra existia apenas eu
Tudo no mundo passa veloz
Devagar às vezes, mas tudo tem o seu fim
Tudo se acaba: as lágrimas e as alegrias
A ilusão e a esperança enfim
Longos anos são passados
Por onde andará o poeta sonhador?
Será que algum dia em sua vida
Também já chorou por amor?
O Natal está chegando
Noite que não posso esquecer
Recordo o passado e choro
Chorando vejo o dia amanhecer
Eu queria tanto amar alguém
Que visse só eu neste mundo
Somente eu e mais ninguém
Que ilusão quando meu coração
Em escravo do amor se converteu
Achando que eu era a mais querida
Que na Terra existia apenas eu
Tudo no mundo passa veloz
Devagar às vezes, mas tudo tem o seu fim
Tudo se acaba: as lágrimas e as alegrias
A ilusão e a esperança enfim
Longos anos são passados
Por onde andará o poeta sonhador?
Será que algum dia em sua vida
Também já chorou por amor?
O Natal está chegando
Noite que não posso esquecer
Recordo o passado e choro
Chorando vejo o dia amanhecer
Chuva (dez/71) - Canto
Chuva saudade infinda
Chuva amargura também
Sempre a chuva que cai na terra
Nos traz saudades de alguém
Cada pingo de chuva que cai
É um beijo do meu amor
Vem o sol e leva os meus
Com mais saudades, com mais calor
A chuva se torna saudade
E a saudade num grande amor
Abre no peito uma chaga
E o coração estala de dor
De ilusão o coração floresce
Com os amores tão ternos, tão lindos
A chuva nos traz saudades
Dos sonhos dos tempos idos
Chuva amargura também
Sempre a chuva que cai na terra
Nos traz saudades de alguém
Cada pingo de chuva que cai
É um beijo do meu amor
Vem o sol e leva os meus
Com mais saudades, com mais calor
A chuva se torna saudade
E a saudade num grande amor
Abre no peito uma chaga
E o coração estala de dor
De ilusão o coração floresce
Com os amores tão ternos, tão lindos
A chuva nos traz saudades
Dos sonhos dos tempos idos
Recordando o Passado
Certa noite contei às estrelas
Minha triste história de amor
Elas ficaram tão tristes
Que até choraram de dor
E uma delas foi fugindo... fugindo
Perguntei por que fugia assim
Ela depressa me respondeu
- Jamais quero o amor para mim
E uma estrelinha muito sensível
Ouvindo o diálogo pensou na desilusão
Chorando abriu os braços
Caindo na amplidão
De manhãzinha abri a janela
Nenhuma estrela eu vi
Apenas os pardais no pinheiro
Alegremente cantando ouvi
Minha triste história de amor
Elas ficaram tão tristes
Que até choraram de dor
E uma delas foi fugindo... fugindo
Perguntei por que fugia assim
Ela depressa me respondeu
- Jamais quero o amor para mim
E uma estrelinha muito sensível
Ouvindo o diálogo pensou na desilusão
Chorando abriu os braços
Caindo na amplidão
De manhãzinha abri a janela
Nenhuma estrela eu vi
Apenas os pardais no pinheiro
Alegremente cantando ouvi
quarta-feira, 19 de março de 2008
Chuva Passageira (12/09/72)
Meu Deus, que delícia
É sentir o aroma da terra molhada
Com a chuva que cai do céu
Chuva por Deus abençoada
As árvores tão tristes estavam
Sedentas e cobertas de poeira
Agora saciadas e limpinhas
Agradecem, à chuva, muito faceiras
Chuva, quanta saudade sinto agora
Do tempo que, tão depressa, passou
De ti, São Paulo querida
E da chuva que me molhou
Sinto uma saudade imensa
Da chuva que me molhou
Volte chuva, sempre à noitinha
Volte chuva, aqui estou.
É sentir o aroma da terra molhada
Com a chuva que cai do céu
Chuva por Deus abençoada
As árvores tão tristes estavam
Sedentas e cobertas de poeira
Agora saciadas e limpinhas
Agradecem, à chuva, muito faceiras
Chuva, quanta saudade sinto agora
Do tempo que, tão depressa, passou
De ti, São Paulo querida
E da chuva que me molhou
Sinto uma saudade imensa
Da chuva que me molhou
Volte chuva, sempre à noitinha
Volte chuva, aqui estou.
Lamartine (Marcha Rancho)
Lamartine
O que será de nós agora sem você?
Será que o carnaval vai se acabar?
Não, não vai não!
Mas você ficou vivendo em nosso coração
Me lembro de você, Lamartine
Cantando assim:
"A vitória há de ser tua, tua, tua, moreninha prosa
Lá no céu a própria lua , lua, lua não é mais formosa
Rainha da cabeça aos pés
Morena eu te dou grau dez"
Lamartine
Você partiu, mas nos deixou feliz canção
Será que não anima o coração?
Vamos cantar
Para que a humanidade saiba amar (bis)
O que será de nós agora sem você?
Será que o carnaval vai se acabar?
Não, não vai não!
Mas você ficou vivendo em nosso coração
Me lembro de você, Lamartine
Cantando assim:
"A vitória há de ser tua, tua, tua, moreninha prosa
Lá no céu a própria lua , lua, lua não é mais formosa
Rainha da cabeça aos pés
Morena eu te dou grau dez"
Lamartine
Você partiu, mas nos deixou feliz canção
Será que não anima o coração?
Vamos cantar
Para que a humanidade saiba amar (bis)
Adeus (23/08/1976)
Meu Deus, se eu pudesse descrever
Tudo o que sinto neste momento
Ao saber que Juscelino partiu
Ao saber do seu falecimento
Você agora, Juscelino, é o maior
No mundo não haverá outro igual
Até seus inimigos já estão a falar
"Ele não morreu, ele é imortal"
Conheci Brasília e encantada fiquei com tudo o que vi
Seus jardins, suas flores, a catedral, quanta beleza!
Para mim, Brasília é o paraíso terrestre
Dom Bosco a profetizou com imensa grandeza
Juscelino falou ao mundo sobre nossas riquezas
Elevou os brasileiros e cobriu de glórias nossa Nação
Nada pediu, ele queria apenas, Meu Deus
Compreensão e o afeto de cada irmão
Semeou na Terra os dons e os frutos do Espírito Divino
Juscelino é, agora no céu, anjo da guarda de Deus
Sem mágoas e sem rancores aqui ele viveu
Não tem mais inimigos, todos choram o seu ADEUS.
Tudo o que sinto neste momento
Ao saber que Juscelino partiu
Ao saber do seu falecimento
Você agora, Juscelino, é o maior
No mundo não haverá outro igual
Até seus inimigos já estão a falar
"Ele não morreu, ele é imortal"
Conheci Brasília e encantada fiquei com tudo o que vi
Seus jardins, suas flores, a catedral, quanta beleza!
Para mim, Brasília é o paraíso terrestre
Dom Bosco a profetizou com imensa grandeza
Juscelino falou ao mundo sobre nossas riquezas
Elevou os brasileiros e cobriu de glórias nossa Nação
Nada pediu, ele queria apenas, Meu Deus
Compreensão e o afeto de cada irmão
Semeou na Terra os dons e os frutos do Espírito Divino
Juscelino é, agora no céu, anjo da guarda de Deus
Sem mágoas e sem rancores aqui ele viveu
Não tem mais inimigos, todos choram o seu ADEUS.
Assinar:
Postagens (Atom)